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Consultoria internacional recomenda Angola aos investidores

Consultoria internacional recomenda Angola aos investidores

Luanda – Angola e Moçambique estão entre os cinco países africanos recomendados pela consultoria como os melhores destinos de investimento para este ano, juntamente com a Etiópia, Ghana e Mauritânia. “A seleção é baseada na nossa pesquisa local, metodologia própria de previsões e cálculos relativamente ao risco quantitativo”, lê-se no relatório “Africa Investment Risk Report 2019”, enviado aos investidores e a que a Câmara de Comércio Angola Brasil teve acesso. A seleção, explicam os analistas, apresenta algumas das nossas previsões de risco para este ano e sinaliza potenciais oportunidades de negócio e novos investimentos, num conjunto de estimativas que leva em linha de conta os principais motivos para os riscos políticos e de segurança e económico, bem como outras tendências de mais longo prazo que podem determinar a trajetória de risco de um país. A consultoria considera que Angola beneficia do programa com o FMI, levando a mais investimentos, com “oportunidades imediatas” no petróleo, mas apontou a banca e as dívidas da Sonangol como riscos de médio prazo. De acordo com o “Africa Investment Risk Report 2019”’, Angola, que aparece novamente na lista, desta vez em segundo lugar a seguir à Etiópia, quando no ano passado tinha estado em primeiro, é apresentada como um país cuja “economia vai recuperar em 2019 com a perspectiva de aumento dos níveis de produção de petróleo e apoio financeiro do Fundo Monetário Internacional (FMI)”. O programa de 3,7 bilhões de dólares aprovado pelo Fundo Monetário Internacional vai “acrescentar legitimidade à trajetória reformista do Presidente João Lourenço”, o que fará com que, “aumentando o cumprimento das condições macroeconómicas e de abordagem às políticas, o otimismo do mercado face a uma já de si promissora economia, deve melhorar ainda mais”. O início da recuperação económica em Angola vai beneficiar da presença do FMI para garantir políticas favoráveis ao mercado, “que vão facilitar o ambiente de negócios, que por sua vez levará a mais investimento e expansão, de um ponto de vista geral”. Há, apontam os analistas, “oportunidades imediatas para o setor do petróleo e gás em Angola nas rondas de licitação deste ano, que são passos concretos para reverter a tendência decrescente de produção”. Apesar da opinião positiva, é apontado...

Feira Internacional de Vinhos – WINE SOUTH AMERICA

Feira Internacional de Vinhos – WINE SOUTH AMERICA

Realizada pela Milanez & Milaneze, empresa do grupo italiano Veronafiere, com mais de 120 anos de tradição organizando feiras em todo o mundo, a Wine South America contará com todo o know-how da Vinitaly, que por mais de 50 anos é a feira referência mundial do setor de vinhos. A Feira será realizada na Serra Gaúcha, berço principal do setor vitivinícola do Brasil e pioneira no desenvolvimento do Enoturismo. Neste grande encontro do setor, os principais players apresentarão seus lançamentos e novidades, com mais de 3 mil rótulos entre nacionais e internacionais. O Evento acontecerá entre os dia 26 e 29 de setembro de...

Inflação acumulada em Angola atinge em junho o valor mais baixo desde 2016

Inflação acumulada em Angola atinge em junho o valor mais baixo desde 2016

A taxa de inflação mensal em Angola caiu ligeiramente em junho, para 1,26%, colocando o acumulado dos últimos 12 meses nos 19,5%, o mais baixo dos últimos dois anos, indicam dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). Segundo o relatório mensal do INE angolano sobre o comportamento da inflação, ao qual tivemos acesso esta sexta-feira, o Índice de Preços no Consumidor Nacional (IPCN) de junho contrasta com os 1,27% de maio, 1,22% em abril e 1,44% em março. Estes registos comparam ainda com o pico mais recente, de 2017, entre setembro e outubro, período em que os preços em Angola aumentaram 2,39%, logo após as eleições gerais de agosto. O pico da inflação mensal em Angola nos últimos anos registou-se em julho de 2016, quando, no espaço de um mês, os preços registaram um aumento médio de 4%. A inflação acumulada a 12 meses já tinha descido em maio, para 19,84%, depois dos 20,22% de abril. Em junho, o acumulado desceu para 19,52%, valor apenas superior ao 18,26% de fevereiro de 2016. Segundo o INE, a subida de preços em junho de 2018 foi influenciada sobretudo pelos setores ” Vestuário e Calçado”, com 1,99%, pelo “Saúde”, com 1,60%, pelos “Bens e Serviços Diversos”, com 1,56%, e pelo “Mobiliário, Equipamento Doméstico e Manutenção”, com 1,38%. Os aumentos de preços foram liderados pelas províncias de Malanje (2,63%), Bengo (2,38%), Moxico (1,92%) e Cunene (1,77%), enquanto as com menor variação foram a Lunda Sul (0,77%), Namibe (0,86%), Cuando Cubango (0,86%) e Cabinda (1,00%). Desde setembro de 2014 que a inflação em Angola não para de aumentar, acompanhando o agravamento da crise económica, financeira e cambial decorrente da quebra na cotação internacional do barril de petróleo bruto, o que fez disparar o custo, nomeadamente dos alimentos. O Governo angolano prevê chegar ao final de 2018 com uma inflação acumulada de 28,7% (entre janeiro e dezembro), mas a previsão é abalada depois de, nos dois últimos anos, ter visto a meta largamente ultrapassada e sempre a dois dígitos, devido à crise. A concretizar-se, este será o segundo valor anual da inflação mais alto desde 2004 em Angola. A previsão para 2018 é desde logo condicionada pelo novo regime flutuante...

Petróleo: Risco de ataque dos EUA na Síria e guerra comercial com China levam barril aos 71 USD

Petróleo: Risco de ataque dos EUA na Síria e guerra comercial com China levam barril aos 71 USD

Apesar de os analistas não encontrarem indícios de que o mercado poderá ser confrontado com escassez de oferta de petróleo, o barril de crude atingiu nas últimas horas um dos valores mais altos desde 2014, atingindo os 71,27 dólares, sendo a justificação a crise síria e a guerra comercial entre Washington e Pequim. A Síria à beira de ser, mais uma vez, atacada por ordem do Presidente norte-americano para punir um alegado ataque com armas químicas no Sábado imputado ao regime de Bashar al-Assad, e o desenvolvimento da guerra comercial iniciada por Donald Trumpo com a China, está criado o efeito colateral mais evidente nestes cenários: a subida do preço do petróleo. Mesmo com o plano activo de corte na produção de 1,8 milhões de barris por dia (mbpd) que junta a OPEP e outros produtores, como a Rússia, desde Janeiro de 2017, o barril de petróleo, embora em ascensão permanente, não subiu, como muitos esperavam, acima dos 70 USD por causa disso. Alguns analistas foram sublinhando o moderado sucesso da estratégia do “cartel” – mais a Rússia – para fazer subir os preços, muito devido ao aumento da produção dos EUA, o 2º maior produtor do mundo, mas também pela expectativa de uma diminuição na necessidade das economias modernas de petróleo, como é disso exemplo o sector automóvel, em rápida mudança para a propulsão eléctrica. Era necessário o surgimento de um “cisne negro”, designação para eventos sociais, económicos ou militares, etc. improváveis – os cisnes são, por norma, de cor branca e os negros são raridades genéticas – para levar o petróleo à fornalha da imprevisibilidade. Esse “cisne negro” não surgiu ainda, mas há, pelo menos, um “cisne cinzento” que está a acontecer na actualidade, que é a guerra comercial declarada pelas EUA à China, que pode atingir valores de 100 mil milhões de dólares em tarifas suplementares aplicadas por Washington às importações oriundas da China, sendo impossível, para já, de estimar as quantias que podem ser atingidas com o desenrolar deste conflito, visto que o Presidente chinês avisou que vai, o que já está a acontecer, aplicando novas taxas aos produtos americanos que entrem no país. Face a esta acção de Trump,...